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Notícia - 05/10/2018 - Confira 6 mitos e verdades sobre nutrição 05/10/2018 - Confira 6 mitos e verdades sobre nutrição

Tomar cerveja engorda? O café da manhã é realmente a refeição mais importante do dia? Essas e outras questões são recorrentes entre o grande público. E, muitas dessas perguntas, às vezes, recebem respostas que não passam de mitos. Por isso conversamos com especialistas em nutrição para sanar essas dúvidas definitivamente.

Tomar café da manhã todo dia ajuda a emagrecer e a prevenir o sobrepeso?

Os especialistas ainda não chegaram a um acordo final sobre o papel da primeira refeição do dia na manutenção ou queda do peso corporal. A nutricionista Lara Natacci, de São Paulo (SP), citou um estudo publicado em 2014 na revista American Journal of Clinical Nutrition, uma das mais respeitadas da área. O trabalho avaliou 280 indivíduos obesos. “A conclusão foi: consumir o café da manhã não garante um melhor resultado na perda de peso”, diz ela.

Já outra pesquisa, que saiu no periódico Obesity, mostrou que um desjejum rico em proteínas, encontrada em alimentos como iogurte, queijo, ovos e peito de peru, ajudou a promover a eliminação dos quilos extras. “Evidências científicas relacionam o consumo habitual de café da manhã com baixo risco de sobrepeso e obesidade, o que não necessariamente está relacionado ao emagrecimento, mas sim à prevenção do excesso de peso”, explica a nutricionista Tânia Rodrigues. Como não há um ponto final nessa discussão, são necessários mais estudos.

Fracionar a alimentação funciona mesmo ou isso é mito?

Você já deve ter ouvido falar por aí que comer de 3 em 3h acelera o metabolismo, contribuindo para a perda de peso. Porém, uma pesquisa da Universidade de Ottawa (Canadá), publicada na revista científica British Journal of Nutrition, revelou que obesos que fizeram várias refeições ao longo dia emagreceram tanto quanto quem só ficou com o café da manhã, almoço e jantar.

Uma revisão de estudos de 2015 publicada no periódico Nutrition Reviews revelou que comer de 3 em 3 h não faz diferença. No entanto, segundo Tânia Rodrigues, não dá para afirmar que fazer várias refeições ao dia não ajuda a podar as medidas. “O fracionamento promove saciedade, evitando excessos durante as refeições”, afirma.

Isso porque grandes intervalos entre refeições podem levar a pessoa a exagerar no prato. E vale lembrar que o objetivo de fragmentar a alimentação é comer em intervalo e quantidade menores. Com essa imprecisão, a estratégia para emagrecer deve ser individualizada e baseada em orientações comportamentais.

O pão pode ser considerado um alimento saudável?

Para começo de conversa, há pães e pães. Servido no café da manhã, o produto auxilia o controle de fatores associados à resistência à insulina, ou seja, quando esse hormônio não é capaz de botar o açúcar circulante no sangue para dentro das células. “O pão é uma ótima fonte de carboidratos, basta saber escolher”, diz Tânia Rodrigues. “Os integrais são as melhores opções.

Além de serem fonte de carboidrato, são ricos em fibras, que ajudam o funcionamento do intestino.” Sem carboidrato, não temos energia para realizar as tarefas cotidianas. Além disso, a versão integral tem um índice glicêmico menor, liberando glicose pouco a pouco no, e contribuindo para o controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea.

Cerveja engorda?

Uma revisão de trabalhos impressa na revista Nutrition Reviews apontou algo. Os apreciadores da cerveja (que contém 50 cal por 100 g e alto índice glicêmico) tinham cerca de 0,5 kg a mais de sobrepeso em comparação com quem não se rendia a ela. “A bebida alcoólica fornece calorias que normalmente não levamos em conta, aumenta o apetite e torna a pessoa, em um segundo momento, mais suscetível à retenção hídrica”, esclarece Lara Natacci.

Tânia Rodrigues complementa: “A cerveja é feita da fermentação de cereais, que fornecem carboidrato. Então, por consequência, também contém esse nutriente”. O consumo excessivo de qualquer alimento pode aumentar o peso além da conta. E a cerveja, mesmo sendo uma bebida, causa ganho de peso.

Dá para consumir produtos embutidos, como presunto e linguiça, sem correr perigo?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um documento afirmando que a ingestão de 50 g de embutidos todo dia aumenta em 18% o risco de câncer colorretal. Durante a digestão, esses compostos formam substâncias cancerígenas.

“A OMS não pede que as pessoas parem de comer embutidos e carnes processadas, mas que façam isso com moderação e não diariamente, para diminuir o risco de desenvolvimento de câncer colorretal”, informa Tânia. “Para o consumo ocasional, temos sistemas de defesa que neutralizam as substâncias potencialmente cancerígenas.

Nossa flora intestinal, quando equilibrada, faz esse trabalho”, diz Lara Natacci. “Por meio da alimentação, ingerimos antioxidantes vindos de frutas e hortaliças que ajudam a eliminar tudo o que não nos faz bem.”

A carne vermelha é realmente uma vilã?

O mesmo documento da OMS que condena o consumo diário de embutidos diz que a carne vermelha é provavelmente cancerígena. Mas as evidências são fracas e o alimento tem muitos benefícios. “As carnes vermelhas são fontes de importantes nutrientes que garantem o bom funcionamento do organismo”, diz Tânia.

Entre eles estão o ferro, proteínas, vitaminas do complexo B (em especial a B12) e zinco. Esse combo é essencial para manter e reparar os tecidos do corpo, evitar anemia e garantir uma boa massa muscular. “Porém, esse tipo de carne tende a ser rico em gorduras, em especial as saturadas.

Em excesso, elas aumentam o risco de doenças do coração e de vários outros problemas crônicos”, alerta Tânia. “A melhor forma de ingeri-las é retirar a gordura aparente antes do preparo e alternar com o consumo de frango, peixe e porco”, orienta Lara Natacci.

O sal em excesso ou escasso no prato causa problemas. Qual é a medida?

De acordo com a nutricionista Marcia Gowdak, da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a quantidade diária de sal recomendada pela OMS e pela SBH é de 5 g. “Isso corresponde a 2 g de sódio, pois o sal tem 40% desse mineral e 60% de cloreto na sua composição”, explica. Na prática, isso corresponde a 3 colheres de café rasas, ou 3 g, mais 2 g presentes naturalmente nos alimentos.

Quando o sódio é consumido em excesso, ele provoca o aumento da pressão arterial, problema que pode causar de infarto a derrames. A especialista cita dados de uma das mais recentes pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre nossos hábitos alimentares. Aproximadamente 70% dos brasileiros consomem sódio acima do limite indicado. “Isso ocorre devido à adição do sal nas preparações caseiras e à mesa, além do grande uso de produtos industrializados.

Fonte: Sport Life
 
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