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Notícia - 08/12/2017 - Consumo de soja faz bem à saúde da mulher 08/12/2017 - Consumo de soja faz bem à saúde da mulher

Muito cultivada no Brasil, a soja é um dos grãos em que encontramos mais proteínas e óleo vegetal. Ao ser incluída na alimentação ela pode trazer muitos benefícios. Na saúde da mulher, por exemplo, o consumo da soja pode amenizar alguns sintomas da TPM e prevenir algumas doenças. Parceira do Doutíssima, a nutricionista Dra. Juliana Rossi Di Croci, neste artigo, nos explica e tira dúvidas frequentes sobre o assunto.

Nas últimas décadas, as mudanças ocorridas no estilo de vida das mulheres e no ambiente são as causas mais importantes das disfunções que estão ocorrendo na saúde feminina. Como exemplo podemos citar: doença cardiovascular, câncer de mama, sintomas característicos do climatério (período entre a fase reprodutiva e não reprodutiva) e menopausa muito mais intensos, síndrome de tensão pré menstrual , câncer de mama e de ovário, osteoporose , dentre outras.

Neste sentido, a preocupação com a promoção da saúde faz com que cada vez mais mulheres busquem através de uma alimentação saudável alimentos “funcionais” que, além de sua nutrição básica, possam conter componentes bioativos, ou seja, elementos capazes de atuar na prevenção de alguns sintomas da vida moderna.

Os benefícios do consumo da soja

A soja, grão pertencente à família das leguminosas pode ser considerado atualmente um dos alimentos mais completos, pois se destaca por ser rica em proteínas vegetais de alta qualidade nutricional, fibras solúveis e grande quantidade de fitoquímicos, compostos capazes de trazer benefícios à saúde, principalmente da mulher.

Compostos Bioativos da Soja:

Ácido fítico – Fitoquímico que pode neutralizar os radicais livres que causam o câncer no intestino;

Beta-sitosterol – Pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol;

Genisteína e Daízeína – Dois fistoestrógenos da isoflavona que podem prevenir a osteoporose ao inibir a perda de cálcio nos ossos e aumentar o conteúdo e a densidade mineral dos ossos, além de ajudarem a prevenir a doença cardíaca e algumas formas de câncer de mama;

Inibidores da protease – Algumas pesquisas indicam que um inibidor da protease exclusivo da soja pode diminuir a produção de enzimas nas células cancerígenas e reduzir câncer intestinal.

Lignanas – Pesquisas sugerem que esses fitoestrógenos antioxidantes podem prevenir as alterações prejudiciais nas células, que podem levar ao câncer de cólon e de mama;

Saponinas – Compostos vegetais que possuem propriedades anticancerígenas e cardioprotetoras. Podem ajudar a elevar os níveis de células imunológicas que combatem o câncer no cólon e reduzir os níveis de colesterol.

Consumo de soja e a saúde da mulher

O consumo de soja possibilita reduzir o desconforto feminino durante o período do climatério e a subseqüente menopausa, reduzindo a intensidade e a freqüência de fogachos ou “ondas de calor”, pois seus fitoestrógenos (isoflavonas) são muito semelhantes estruturalmente ao hormônio estradiol, permitindo “enganar” os receptores hormonais.

A utilização de soja em mulheres em fase de menopausa parece ser benéfica no sentido de reduzir o risco de desenvolvimento da Doença de Alzheimer, pois suas concentrações de fitoestrógenos (que apresentam estrutura semelhante ao estrógeno), segundo estudos, parecem proteger o surgimento de demências no cérebro das mulheres, pois o estrógeno aumenta a atividade de neurotransmissores, especialmente a acetilcolina, que está relacionada à memória.

Desvantagens do consumo de Soja

Considerada um superalimento no cardápio ocidental, a soja possui toxinas naturais que podem agredir o sistema imunológico, provocar sintomas alérgicos, irritação e até ansiedade. Fermentada é mais saudável: Uma pesquisa de 1998 demonstrou que os japoneses consomem em média apenas 8 gramas de soja por dia, os quais não ingerem na forma de grãos ou a proteína isolada da soja , como fazem os ocidentais.

Os japoneses optam por versões fermentadas como o tempeh, natto, misso e shoyo, assim como o tofu (queijo de soja, em pequenas quantidades). A proteína isolada da soja (em forma de “carne”, em algumas marcas de leite de soja até em fórmulas de alimentos infantis) é de difícil digestibilidade. Quando não digerida, essa proteína pode gerar intolerância.

Fonte: Fortíssima
 
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